Monday, 13 January 2020

ábado, 21 de dezembro de 2019

"The McCann's War" and "A Guerra dos McCann"




On sale now, as eBook - 6 euros. Just follow the instructions on the right side column





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Tuesday, 24 December 2019

Editorial news - "The McCann's War" on paperback edition

Between April and May 2020, the publisher Lisbon Press will publish my book about Rocha Vieira, the last governor of Macau, "O Último Saqueador de Macau", which will be available in Portuguese bookstores, in paper edition and also in eBook, on the publisher's 

website https://www.lisboninternationalpress.com



About the same time, the publisher Gato Bravo 

https://www.editoragatobravo.pt - 

will publish my books about the McCann case. "A Guerra dos McCann" will be available, in eBook and paperback, in major bookstores in Portugal and Brazil. "The McCann's War" will also be available on the Gato Bravo website, as eBook and paperback edition, on the "print-on-demand system" - meaning people can order one or more copies in paperback, which will be delivered by mail within a few days.


Saturday, 2 November 2019

"Máquina Zero - Um Povo, Uma Língua e Uma Pátria. O resto é de Esquerda"


Novo blogue:
"Máquina Zero - Um Povo, Uma Língua e Uma Pátria.
O resto é de Esquerda"
https://maquinazero01.blogspot.com



Friday, 1 November 2019

A "Lista Negra" de Afonso Camões para expulsar de Macau os jornalistas portugueses anti-patriotas


"O Último Saqueador de Macau" -


À venda a partir de 4 de Dezembro em:

Bubok Portugal (Digital library – www.bubok.pt)
Rocha Vieira, The Last Plunderer of Macau
(Blog - https://ultimosaqueadordemacau.blogspot.com/2019/10/o-ultimo-saqueador-de-macau-venda_30.html)

"(...) Quando faltavam pouco mais de dois meses para terminar a minha comissão de serviço como Chefe do Departamento de Informação – era nomeado por um período de dois anos, eventualmente renovável – fui chamado ao gabinete do director. Ele estava sentado, com uma ar sério e a olhar para uma folha de papel, que tinha em cima da secretária.

Isto não pode continuar”, começou por dizer. “Há jornalistas anti-patriotas em Macau que estão a sabotar objectivamente a actividade do governo. Isto tem que acabar”. Virou a folha de papel para mim e, durante alguns segundos, consegui ver o seu conteúdo. Era uma folha com várias colunas, na horizontal, uma espécie de quadrícula e pude ler os nomes de vários jornalistas, com a indicação do órgão de Comunicação Social onde trabalhavam, em Macau, num ou noutro caso, uma referência a serem correspondentes de jornais lisboetas.

A seguir, o director do GCS explicou-me rapidamente qual era o plano, uma espécie de “solução final” para livrar Macau dos jornalistas “anti-patriotas” e qual era a parte em que era necessária a minha colaboração. A quase totalidade das mulheres dos jornalistas trabalhava na Administração Pública, único mercado de trabalho para quem só falava português e não tinha nenhuma qualificação técnica relevante, como, por exemplo, uma licenciatura em Direito que lhe permitisse trabalhar num escritório de advogados.

Eram raríssimas as que não faziam parte dos quadros da Administração. A quase totalidade era contratada no chamado regime de assalariamento eventual, com renovações anuais da responsabilidade dos directores de serviços.

Quando os contratos delas chegarem ao fim, não serão renovados. E mais nenhum serviço da Administração as irá contratar. Um casal não consegue sobreviver, financeiramente, em Macau, se os dois não trabalharem”, disse-me o director do GCS. Era esse o plano, tendo claramente implícita a ideia de que seria criada uma espécie de “lista negra”, com o nome das esposas dos jornalistas “anti-patriotas” que não poderiam ser contratadas por nenhum serviço público.

A primeira coisa que me ocorreu, depois de ouvir a descrição deste plano inclassificável, foi a hipótese de aquilo ter saído da “cabecinha pensadora” do mais desbocado de todos os Secretários-Adjuntos, o ex-major da GNR Salavessa da Costa, responsável pela pasta da Cultura e Turismo, com quem o Afonso Camões tinha uma relação de grande proximidade.

Mas coloquei-lhe uma questão: as mulheres dos tais jornalistas “anti-patriotas” trabalhavam em diferentes direcções de serviços, dependentes da tutela de outros tantos Secretários-Adjuntos. Portanto, teria que haver instruções para todos os membros do Governo, de forma a que a “solução final” pudesse ser aplicada em qualquer direcção de serviços.

A reposta foi curta e clara: “Isso já está tudo tratado”. Ou seja, segundo a resposta de Afonso Camões, já teria havido instruções da única pessoa que as poderia dar – o governador – para os Secretário-Adjuntos aplicarem o plano, nas direcções de serviços que tutelavam. A minha ajuda era necessária porque não tinham conseguido localizar todas as mulheres dos jornalistas “anti-patriotas”.(...)

A "Lista Negra" de Afonso Camões para expulsar de Macau os jornalistas portugueses anti-patriotas


"O Último Saqueador de Macau" - À venda a partir de 4 de Dezembro em:

Bubok Portugal (Digital library – www.bubok.pt)
Rocha Vieira, The Last Plunderer of Macau (Blog - https://ultimosaqueadordemacau.blogspot.com/2019/10/o-ultimo-saqueador-de-macau-venda_30.html)

"(...) Quando faltavam pouco mais de dois meses para terminar a minha comissão de serviço como Chefe do Departamento de Informação – era nomeado por um período de dois anos, eventualmente renovável – fui chamado ao gabinete do director. Ele estava sentado, com uma ar sério e a olhar para uma folha de papel, que tinha em cima da secretária.

Isto não pode continuar”, começou por dizer. “Há jornalistas anti-patriotas em Macau que estão a sabotar objectivamente a actividade do governo. Isto tem que acabar”. Virou a folha de papel para mim e, durante alguns segundos, consegui ver o seu conteúdo. Era uma folha com várias colunas, na horizontal, uma espécie de quadrícula e pude ler os nomes de vários jornalistas, com a indicação do órgão de Comunicação Social onde trabalhavam, em Macau, num ou noutro caso, uma referência a serem correspondentes de jornais lisboetas.

A seguir, o director do GCS explicou-me rapidamente qual era o plano, uma espécie de “solução final” para livrar Macau dos jornalistas “anti-patriotas” e qual era a parte em que era necessária a minha colaboração. A quase totalidade das mulheres dos jornalistas trabalhava na Administração Pública, único mercado de trabalho para quem só falava português e não tinha nenhuma qualificação técnica relevante, como, por exemplo, uma licenciatura em Direito que lhe permitisse trabalhar num escritório de advogados.

Eram raríssimas as que não faziam parte dos quadros da Administração. A quase totalidade era contratada no chamado regime de assalariamento eventual, com renovações anuais da responsabilidade dos directores de serviços.

Quando os contratos delas chegarem ao fim, não serão renovados. E mais nenhum serviço da Administração as irá contratar. Um casal não consegue sobreviver, financeiramente, em Macau, se os dois não trabalharem”, disse-me o director do GCS. Era esse o plano, tendo claramente implícita a ideia de que seria criada uma espécie de “lista negra”, com o nome das esposas dos jornalistas “anti-patriotas” que não poderiam ser contratadas por nenhum serviço público.

A primeira coisa que me ocorreu, depois de ouvir a descrição deste plano inclassificável, foi a hipótese de aquilo ter saído da “cabecinha pensadora” do mais desbocado de todos os Secretários-Adjuntos, o ex-major da GNR Salavessa da Costa, responsável pela pasta da Cultura e Turismo, com quem o Afonso Camões tinha uma relação de grande proximidade.

Mas coloquei-lhe uma questão: as mulheres dos tais jornalistas “anti-patriotas” trabalhavam em diferentes direcções de serviços, dependentes da tutela de outros tantos Secretários-Adjuntos. Portanto, teria que haver instruções para todos os membros do Governo, de forma a que a “solução final” pudesse ser aplicada em qualquer direcção de serviços.

A reposta foi curta e clara: “Isso já está tudo tratado”. Ou seja, segundo a resposta de Afonso Camões, já teria havido instruções da única pessoa que as poderia dar – o governador – para os Secretário-Adjuntos aplicarem o plano, nas direcções de serviços que tutelavam. A minha ajuda era necessária porque não tinham conseguido localizar todas as mulheres dos jornalistas “anti-patriotas”.(...)


Tuesday, 29 October 2019

Rocha Vieira - "O Último Saqueador de Macau"




"O Último Saqueador de Macau é um e-book a publicar em 4 de Dezembro, com algumas história “camufladas” da governação de Rocha Vieira, outras histórias que nunca foram contadas e outras ainda que foram mal-contadas. É, acima de tudo, o retrato simples de um regime de “bota cardada e tropa na parada”, cuja existência passou ao lado da opinião pública de Portugal. O regime foi autorizado e abençoado tanto por Mário Soares como por Jorge Sampaio, que deram “carta branca” ao general Rocha Vieira, em troca da imposição do silêncio quanto a qualquer "má-Imprensa" sobre Macau, nos Media de Portugal e do território – algo que o General fez, habilidosamente, usando tanto o pau como a cenoura.

Autor, Paulo Reis, Jornalista Freelance, C.Prof. Nº 351, autor de "A Guerra dos McCann" uma análise detalhada da campanha difamatória dos Media ingleses contra a Polícia Judiciária e contra Portugal (à venda na Bubok.pt).
Designer gráfico, Tiago Reis.

Saturday, 26 October 2019

Order to censor

"(...) instructions werer given to me, to censor clippings of the main new from local press that were faxed daily to the Macao Mission in Lisbon, photocopied and sent to all Portuguese Media in Portugal.. The Macao Mission had a similar task compared to newspapers in Portugal.

Afonso Camões' thesis was that we, the Media Office, fed this circuit, allowing the critical news that were published in Macao newspapers to reach readers in Portugal. The clear and express instructions given to me were to remove from the set of clippings sent to Lisbon anything negative or critical news from the Rocha Vieira Administration.

I explained to the GCS director that this was shooting himself in the foot. There were regular contacts between Portuguese journalists from Macau and the Lisbon Press. Five or six of them, incidentally, were correspondents of so many newspapers in Portugal. The news “selection” would soon be detected and would make good headlines in both Macao and Portugal, accusing the Governmente Press Office of Macau of censorship. He was silent and the conversation ended there. Such a selection was never made, because the order was never repeated. And if it was, it wouldn't be me doing it ... (...)

in "The Last Pluderer of Macao", to be published on December 14

Friday, 25 October 2019

Patriotism and scoundrels


 Afonso Camões “Mais do que jornalistas, precisamos de militantes do desígnio nacional”. Samuel Johnson, escritor inglês do século XVIII: “A Pátria é o último refúgio dos canalhas”.

Afonso Camões, Press Adviser of Rocha Vieira, the last governor (and plunderer) of Macau: “More than journalists, we need militants of the national goals". Samuel Johnson, English witer from XVIII century: "Patriotism if the last refuge of scoundrels"

Tuesday, 22 October 2019

The Strange Biography of Li Peng, Chinese Prime Minister


"(...) Rocha Vieira stated that “the biography was not prepared by the Macao administration and expressed 'deep discontent' over what happened. "We don't know who wrote it it. It is written on paper that has no letterhead and was not prepared by our services, ”said Rocha Vieira, quoted by the“ Macau Tribune ”(...)
It turns out that the person who gave orders to prepare that document - an analysis of Li Peng's image in the Hong Kong Chinese Press - was me, in the post-Tiananmen period. Its author was mr. Wang, a former Xinhua journalist, retired and working with us, under direct orders only from the head of the Government Press Office, Miguel Lemos, and me, Head of the Information Department.
The campaign to spread these suspicions about the imaginary enemy, the fake saboteur of good relations between China and Portugal was really strong. The fact that these suspicions were spread by senior officials of the Macao Administration, went so far as to compel the spokesman of Hong Kong Government to issue a public statement, saying that “any involvement of the British authorities in the biography issue is 'pure fiction”, as the Macao Tribune then reported.


in “The Last Plunderer of Macau”, e-book to be published on December

A Biografia Insultuosa de Li Peng, Primeiro-Ministro Chinês


"(...) Rocha Vieira afirmou que “a referida biografia não foi elaborada pela administração de Macau e manifestou 'profundo descontentamento' pelo sucedido. 'Não sabemos quem a elaborou. Está escrita num papel que não tem timbre e não foi elaborada pelos nossos serviços”, garantiu Rocha Vieira, citado pela “Tribuna de Macau” (…)
Aliás, a visibilidade dada a estas suspeitas, sobre o inimigo imaginário, o sabotador das boas relações com a China e o facto de as mesmas suspeitas terem origem em altos responsáveis da Administração de Macau, foram ao ponto de obrigar o porta-voz do Governo de Hong Kong a vir dizer publicamente “que qualquer envolvimento das autoridades inglesas na questão da biografia é 'pura ficção”, como noticiou então a “Tribuna de Macau”.
Acontece que quem mandou fazer aquele documento – uma análise da imagem de Li Peng na Imprensa chinesa de Hong Kong fui eu, que era então Chefe do Departamento de Informação do Gabinete de Imprensa do Governo de Macau, no pós-Tiananmen e o seu autor foi o sr. Wang, ex-jornalista da Xinhua, reformado e que trabalhava conosco, dependendo apenas da direcção do GCS – ou seja de mim e do Miguel Lemos, director do GCS (...)"

Sunday, 20 October 2019



"The Last Plunderer of Macao", to be published on December 14th, has some “camouflaged” stories of Rocha Vieira's governance, other stories that were never told and some that were not correctly told. It is, above all, the portrait of a "militarized" regime, whose existence went beyond the public opinion of Portugal and was authorized and blessed by both Presidents Mario Soares and Jorge Sampaio, who gave “carte blanche” to General Rocha Vieira, in exchange for the silence and no "bad press" about Macao, in the Portuguese and Macanese Media [Author, Paulo Reis, Freelance Journalist, Prof. Card 351, also author of "The McCann's War/2019" (e-book) and "Operation Private Business/2015" (paperback.]

Onde comprar #OÚltimoSaqueadorDeMacau
Where to buy #TheLastPlundererOfMacao"
https://ultimosaqueadordemacau.blogspot.com

Camoes "Black List" of anti-patriots journalist's wives



"(...) This cannot go on," [Afonso Camões] told me. "There are anti-patriot journalists in Macao who are sabotaging government activity." He turned over a sheet of paper, and I could read the names of several journalists, the newspapers where they worked, and the names of some of the journalists' wives. Almost all of the journalists' women worked in civil service. They were hired under a one year contracts, with annual renewals. “When the contracts expire, they will not be renewed and no other government department will hire them. A couple can't survive in Macao if they don't work both. ” That was the plan, a "blacklist" would be created, namING after the wives of "anti-patriot" journalists who could not be hired by any public service (...)"

in "The Last Plunderer of Macao"
e-Book to be published in December, with some “camouflaged” stories of Rocha Vieira's governance, other stories that were never told and some that were not correctly told. It is, above all, the portrait of a "militarized" regime, whose existence went beyond the public opinion of Portugal and was authorized and blessed by both Presidents Mario Soares and Jorge Sampaio, who gave “carte blanche” to General Rocha Vieira, in exchange for the silence in the bad news about Macao, in the Portuguese and Macanese Media [Author, Paulo Reis, Freelance Journalist, Prof. Card 351, also author of "The McCann's War" (e-book) and "Operation Private Business" (paperback.]

Saturday, 19 October 2019